Enfim sós
Ana Carolina, personificação do amor, canceriana (28/06), 15. Palavras não me bastam, eu sou um refrão repleto de milhares de músicas, eu sou bagunça constante, meu arco-íris tem milhões de cores. Ás vezes, tenho aquela sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser. Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras, tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.

back to the start Message in a bottle goodbye cruel world


22/02/2013 at 11:22

22/02/2013 at 11:21

22/02/2013 at 11:20


12/02/2013 at 10:16
Sentir saudade de alguém não é sobre quanto tempo passou desde a última vez que você o viu ou da última vez que vocês tenham se falado. É sobre aquele momento que você está fazendo alguma coisa e deseja que aquele alguém estivesse ali, bem ao seu lado.
Desconhecido


12/02/2013 at 10:11


12/02/2013 at 10:07
E apesar de rir e fingir que não me importo, eu me importo sim. Tem dias que gostaria de ser diferente, mas isso é impossível. Estou presa ao caráter com qual nasci, e mesmo assim tenho certeza de que não sou má pessoa. Faço o máximo para agradar a todos, mais do que eles suspeitariam num milhão de anos.
O Diário de Anne Frank


12/02/2013 at 10:06
Ela o amava. Ele a amava também. E ainda que essa coisa, o amor, fosse complicada demais para compreender e detalhar nas maneiras tortuosas como acontece, naquele momento em que acontecia dentro do sonho, era simples. Boa, fácil, assim era. Ela gostava de estar com ele, ele gostava de estar com ela. Isso era tudo.
Caio Fernando Abreu


12/02/2013 at 10:06
O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas.
Charles Bukowski 


12/02/2013 at 10:03

11/02/2013 at 19:07

11/02/2013 at 19:05

11/02/2013 at 19:00


11/02/2013 at 18:57
Minhas grandes tristezas neste mundo têm sido as tristezas de Heathcliff, e eu enxerguei e senti cada uma delas desde o início, pois ele é a suprema razão do meu viver. Se tudo o mais perecesse, e só restasse ele, eu continuaria a existir, ao passo que, se tudo permanecesse e ele fosse destruído, todo o universo se transformaria num lugar completamente estranho para mim, de que eu não faria parte.
O Morro dos Ventos Uivantes


11/02/2013 at 18:42
Como dizer adeus pra alguém que você nunca imaginou sem?
Caio Fernando Abreu


2/02/2013 at 9:59

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