Ana Carolina, personificação do amor, canceriana (28/06), 15. Palavras não me bastam, eu um refrão repleto de milhares de músicas, eu sou bagunça constante, meu arco-íris tem milhões de cores. Ás vezes, tenho aquela sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser. Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras, tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.